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Processos

Pela neutralização
de impactos

Ciente dos desafios que a indústria automotiva viveu e viverá nas próximas décadas, a Toyota está atenta às tendências do setor e ao estudo de novas tecnologias para aprimorar seus processos.

Como parte de seu compromisso com a melhoria contínua, a matriz TMC divulgou ao mercado, em 2015, o Toyota Environmental Challenge 2050 (Desafio Ambiental Toyota 2050) – uma política que estipula pilares para zerar impactos negativos da operação e gerar benefícios para o meio ambiente e a comunidade.

Na metade do século, a TMC espera ter neutralizado emissões de CO2 em novos veículos, no ciclo de vida do produto e nas fábricas. Além disso, a companhia propõe exercer impacto positivo por meio de três pilares: minimização e otimização do uso da água; estabelecimento de sistemas e sociedades baseados na reciclagem; e estabelecimento de uma sociedade em harmonia com a natureza (veja ilustração a seguir).

De olho em todo o ciclo de vida do produto, desde os processos de pesquisa e desenvolvimento até o uso dos veículos e seu descarte, passando por chão de fábrica, distribuição e vendas, a empresa desafiou suas subsidiárias a contribuir com o atingimento de tais metas.

Além disso, distribuidores e fornecedores, importantes elos da cadeia de valor, são mobilizados quanto aos compromissos – exemplos importantes são a eliminação das chamadas Substances of Concern (SoC) desde as peças adquiridas em fornecedores e o monitoramento de indicadores ambientais em algumas concessionárias da rede, além do estímulo à obtenção da certificação na norma ISO 14001.

diagrama-desafio-ambiental

Como contribuímos

Na TDB, ciclos de metas ambientais são estabelecidos quinquenalmente por meio do Toyota Environmental Action Plan – um conjunto de compromissos para temas como água, resíduos, energia e emissões. No ano fiscal 2016/2017, foi iniciado o sexto ciclo.

A companhia mantém um Comitê de Meio Ambiente de caráter corporativo, que conta com a participação de diretorias e gerências de áreas como Compras, Logística, Pós-Vendas, Meio Ambiente e Produção, com encontros semestrais de acompanhamento dos indicadores-chave. Além disso, representantes de temas ambientais atuam em todas as fábricas no País.

O desempenho da subsidiária brasileira tem sido aprimorado por meio de três grandes frentes: obtenção e manutenção de certificações em padrões de gestão, em especial a norma ISO 14001; investimentos em modernização tecnológica, proteção ambiental e adequação das plantas ao modelo ecofactory; e engajamento e sensibilização dos colaboradores quanto à cultura de melhoria contínua, com kaizens em diferentes áreas.

Durante o ano fiscal, as fábricas de São Bernardo do Campo, Sorocaba e Indaiatuba mantiveram sua certificação na norma ISO 14001, assim como o centro de distribuição em Guaíba. Além disso, a TDB investiu um total de R$ 6,6 milhões em aspectos ambientais, incluindo obras e despesas com disposição de resíduos (veja gráficos).

Metas brasileiras

Para contribuir com o Desafio 2050

  • Zero emissão de CO2 nas fábricas até 2020, por meio da compra de energia (eletricidade) gerada por fontes renováveis.

  • Minimização de uso de água nas fábricas, principalmente via reuso de água da chuva.

  • Melhor desempenho regional em resíduos gerados nas fábricas.

Investimentos e gastos em proteção ambiental G4-EN31

201420152016
Custos de disposição de resíduos, tratamento de emissões e de mitigação4.647.719,054.607.272,265.573.427,03
Custos de prevenção e gestão ambiental5.384.810,143.190.515,87915.841,65
Total10.032.529,197.797.788,136.663.251,68

Gestão ambiental

  • Resultados 2015/2016
  • Resultados 2016/2017
  • Metas 2017/2018

São Bernardo do Campo

(peças)

Indaiatuba

(veículos)

Sorocaba

(veículos)

Porto Feliz

(motores)

Fomento à economia de baixo carbono

Entre as metas difundidas pela TMC, o controle das emissões de gases de efeito estufa corresponde a um dos principais impactos do negócio – tanto nas fábricas como no uso dos produtos finais. Para garantir uma operação coerente com a filosofia Toyota, a TDB aposta no uso de fontes energéticas renováveis e no controle de sua intensidade de emissões – medida em kg de CO2 por veículo produzido.

Nos últimos anos, a ocorrência de aumento bruto das emissões esteve ligada à expansão das operações fabris da TDB – primeiro com a planta de Sorocaba, inaugurada em 2012; depois, com a de Porto Feliz, entregue no ano fiscal 2015/2016. Por outro lado, a intensidade de emissões vem caindo, o que demonstra ganhos de eficiência na produção, especialmente no consumo de energia.

No ano fiscal 2016/2017, a TDB emitiu 64,39 kg de CO2 por veículo produzido – queda de 2% em relação aos 65,40 kg de CO2/veículo do período anterior. O consumo total de energia nas plantas industriais, por sua vez, foi de 487.171,03 GJ, 4% inferior ao ano fiscal 2015/2016 (508.108 GJ), mesmo com aumento de produção.

No pilar de energia, os esforços têm se concentrado na combinação de eficiência e da adoção de recursos de fonte renovável em todas as fábricas em operação. Foi o modelo aplicado à planta de São Bernardo do Campo a partir do ano fiscal 2015/2016, como parte do projeto de revitalização SBC Reborn (leia mais adiante). A compra de energia de fonte 100% renovável é garantida mediante aquisição no mercado livre.

Em 2016, a quantidade de energia economizada aumentou 56%. Entre as ações de redução, destacam-se a otimização do uso de equipamentos durante o horário improdutivo; a implementação do modo ECO em chillers, com rearranjo de compressores de ar após balanceamento de necessidades; a troca de lâmpadas fluorescentes por lâmpadas LED; e a mudança de comportamento dos colaboradores, que têm demonstrado uma conscientização maior. No mesmo ano, a taxa de intensidade energética (total de energia consumida – escopo 1 e 2 – dividido por veículo produzido) foi de 2,75 GJ/veh. G4-EN6, G4-EN27, G4-EN19

Intensidade de emissões (kg de CO2/veículo produzido) G4-EN18

Total de redução de emissões de GEE (toneladas de CO2) G4-EN19

*Gás economizado = CO2 (escopo 1 e 2)

Consumo de energia G4-EN3, G4-EN4, G4-EN5

201420152016
TDBGJ/veículoTDBGJ/veículoTDBGJ/veículo
Gás natural219.371,951,3212.038,391,21197.533,431,12
GLP14.521,980,0914.264,450,08107.752,950,61
Total escopo 1233.893,931,39226.302,831,29305.286,381,73
Eletricidade*295.6131,75281.8051,61276.6591,56
Total escopo 2295.6131,75281.8051,61276.6591,56

*Eletricidade proveniente de fonte eólica (14%), hidrelétrica (23%) e de biomassa (63%).

Energia economizada* (GJ) G4-EN6

201420152016
Melhorias em conservação e eficiência energética11.289,899.12523.137
Redesenho no processo8,411355290
Modernização de equipamentos305,4132.4221.866
Mudanças no comportamento dos colaboradores117,6562.9601.205
Total11.721,36914.862,05626.498

* Tipos de energia economizada: Gás Natural, GLP e Energia elétrica

Logística: foco de ação

Os processos de distribuição de produtos terminados para a rede autorizada, bem como o transporte de peças entre fornecedores e unidades produtivas da TDB, têm sido alvo de esforços que combinam eficiência ambiental e custo competitivo.

Esse processo inclui tanto a fabricação de veículos em solo nacional (Etios e Corolla) quanto a importação de modelos (Hilux, SW4, modelos Lexus, Prius etc.) montados em outras subsidiárias.

Hoje, três quartos das emissões na logística estão ligadas à distribuição de veículos; por isso, o foco nos últimos anos esteve em obter ganhos nesta etapa da cadeia.

Em 2015/2016, a inauguração do centro de distribuição de Suape, no município de Cabo de Santo Agostinho (PE), permitiu melhorias consideráveis com a centralização do transporte de veículos importados da Argentina e de unidades produzidas em São Paulo até o Nordeste.

A expectativa divulgada à época da inauguração era de uma economia anual de 1,6 mil toneladas de CO2 graças ao transporte marítimo entre a Argentina, as plantas de São Paulo e o porto de Suape, em substituição ao modal rodoviário. Na prática, no ano fiscal 2016/2017 foram evitadas 6,8 mil toneladas de emissões, o que gerou 19,5% de redução nas emissões, em comparação ao modal rodoviário. G4-EN19

Outro avanço recente foi a implantação de modal ferroviário entre Santos e Suzano (SP) para o transporte de peças importadas para as fábricas do interior de São Paulo.

Emissões na logística - eixos de impacto

Emissões na logística (em mil toneladas/ano - ano fiscal)

Controle de emissões em Sorocaba

Local: Sorocaba (São Paulo)

Objetivo: minimizar o consumo de energia e eliminar desperdício de recurso na produção

Resultado: queda de 13% nas emissões entre os anos fiscais 2015/2016 e 2016/2017

Dentro do Sistema Toyota de Produção (TPS), um dos princípios centrais é o da eliminação de desperdícios e esforços/recursos desnecessários – muda. Foi esse o direcionador de um importante projeto de redução de emissões de CO2 na fábrica de Sorocaba, uma das mais modernas da América Latina, concebida no modelo ecofactory.

Dando continuidade à metodologia “ABCD” de verificação do uso de energia para eliminar a totalidade de uso desnecessário de recursos, a planta de Sorocaba rodou mais um ciclo de PDCA, pormenorizando ainda mais a busca por desperdícios de energia. Como resultado, a unidade atingiu e superou a meta de emissões, reduzindo 6,25kg/CO2, por veículo, no período de um ano.

Orientação para a reciclagem

Ações de reforço do conceito de economia circular – que supõe a reintegração de resíduos e subprodutos aos processos produtivos – são preconizadas pela matriz TMC, em conexão direta com a natureza do negócio e com o desafio de trabalhar em prol do uso eficiente de recursos naturais nos diferentes mercados.

Atualmente, a TDB destina praticamente todos os seus resíduos sólidos de fábricas para reciclagem. Além disso, realiza captação de água da chuva em 2 unidades e busca minimizar o consumo hídrico por unidade produzida, com indicadores monitorados no Sistema de Gestão Ambiental das plantas.

No segmento de resíduos sólidos, a TDB gerou no ano fiscal 9,06 kg para cada veículo produzido, com destaque para a unidade de Indaiatuba, onde o sedã líder absoluto em vendas Corolla é fabricado. Já no eixo de água, foram consumidos 1,40 metros cúbicos por unidade produzida.

Outro tema de atenção é a geração de efluentes. Em linha com a legislação ambiental brasileira e dos estados de operação, a TDB somente descarta seus efluentes após adequado tratamento físico-químico nas Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs).

Geração de resíduos (kg/veículo produzido)

Consumo de água (m³/veículo produzido)

Total de água retirada por fonte (m³) G4-EN8

201420152016
Água subterrânea162.776175.05115.8307
Concessionária/empresa de abastecimento187.276116.82012.3319
Total350.052291.871281.626

Descarte de efluente por unidade* (m³) G4-EN22

201420152016
Efluente gerado no processo (IDT)87.74394.12693.175
Efluente gerado no processo (SBC)7.5356.358,76.794
Efluente gerado no processo (SOR)116.77483.02177.940
Total212.052183.505,7177.909

Harmonia com a natureza

A Toyota está atenta às transformações do clima e seus impactos sobre a indústria e a sociedade. Para atingir sua ambição de ser uma companhia em harmonia com a natureza, aspectos como o controle da emissão de compostos orgânicos voláteis (volatile organic compounds – VOC, em inglês), a proibição de determinadas substâncias em peças, matérias-primas e produtos finais e o modelo de gestão das fábricas.

Por meio do Desafio Ambiental 2050, a TDB trata riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas, a fim de reforçar seu posicionamento de companhia alinhada às melhores práticas da indústria. Os investimentos – com prazos, metas e compromissos – em adesão a tecnologias de ponta, como células de combustível e o modelo híbrido, são exemplos no eixo de produtos. G4-EC2

O tema dos VOC é particularmente desafiador por envolver uma etapa crucial do ciclo produtivo: os processos de pintura, executados nas plantas de Sorocaba e Indaiatuba. Para minimizar a emissão desses compostos, que podem piorar a qualidade atmosférica, aposta-se em modelos mais eficientes – é o caso da troca da tinta à base de solvente por outra, à base de água, feita em Sorocaba na linha de Etios.

Em 2016/2017, um destaque foi a diminuição de emissão de compostos orgânicos voláteis na fábrica de Indaiatuba, com uma redução de 2.34 g/m² de área pintada do veículo. Com isso, a planta foi reconhecida pela matriz TMC como a fábrica com menor emissão de COV entre as afiliadas com a mesma tecnologia de pintura. G4-EN27

Emissão de VOC (g/m² de área do veículo – ano fiscal)

11 compostos G4-14

fazem parte das chamadas Substances of Concern (SoC), definidas pela matriz TMC como itens a eliminar das operações Toyota, das atividades de seus fornecedores e da composição de veículos, embalagens e peças de reposição.

Ecofactory: novo padrão industrial

No início da década, a matriz TMC assumiu o desafio de readequar ou inaugurar 100% de suas unidades de produção ao redor do mundo com base no modelo ecofactory – que estabelece uma série de melhorias ambientais em eixos como energia, emissões e resíduos, combinando tecnologia de ponta e kaizens de eficiência e produtividade.

A primeira planta a adotar o modelo ecofactory no Brasil foi a de Sorocaba, inaugurada em 2012 para posicionar a TDB no segmento de compactos médios, por meio do Etios. A fábrica conta com uma série de diferenciais, com destaque para o processo construtivo de menor impacto, o uso eficiente da água e a aplicação do conceito morizukuri (fazer floresta, em tradução literal), com o plantio de mais de 134 mil mudas em torno da unidade, gerando um cinturão verde em torno da operação.

Princípio semelhante guiou a construção da fábrica de motores em Porto Feliz, já concebida como ecofactory. O uso de areia inorgânica na construção, a eliminação de fornos rotativos mais intensivos no uso de energia, o sistema de produção compacto – com três etapas executadas no mesmo prédio –, o uso de energia solar na iluminação de espaços externos e o plantio de 35 mil mudas no entorno da fábrica foram alguns dos destaques.

SBC Reborn: revitalização concluída

Há cerca de três anos, a TDB decidiu remodelar sua estrutura corporativa e recomeçar a trajetória da fábrica mais antiga da Toyota fora do Japão. Com o projeto SBC Reborn, a unidade de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, responsável pela produção de peças, se tornou sede oficial da empresa no Brasil e recebeu R$ 67 milhões em investimentos para reforçar suas operações.

A revitalização, concluída no ano fiscal 2016/2017, envolveu o acolhimento de atividades administrativas e de suporte; a construção de um centro de memória e do Centro de Pesquisa Aplicada (CPA), o primeiro da Toyota em toda a América Latina (leia mais em Tecnologia e inovação); o plantio de quase 300 mudas de árvores nativas; a adoção de métodos construtivos mais eficientes.

Diferenciais da nova planta

  • Vidros “Low-E” (melhor isolamento térmico e aproveitamento de luz natural)

  • Reúso de material de construção

  • 100% de energia de fontes renováveis

  • Pintura com tintas termoisolantes nos telhados

Metas (2018)

  • Uso de 100% de água reciclada

  • Reúso de água da chuva

Ecoeficiência na cadeia de valor

Como parte de seu amadurecimento em relação à sustentabilidade, a TDB reconhece a necessidade de mobilizar seus parceiros de negócios para o cumprimento do Desafio Ambiental 2050 e de sua Visão Global. A fim de garantir o controle de riscos, a regularidade ambiental e a eficiência em sua cadeia de valor, a companhia mantém diálogo permanente com a rede autorizada e com os fornecedores de produtos, materiais e serviços fundamentais para o dia a dia de negócios.

A cultura de melhoria contínua (kaizen) é, historicamente, item indispensável para as empresas que fazem parte do raio de influência da Toyota. Como reflexo do Toyota Environmental Action Plan e do Desafio 2050, a TDB mantém metas e objetivos ligados à participação dos parceiros em treinamentos e ações, à conformidade ambiental de suas operações e à obtenção de certificações de referência.

Distribuidores

Principal ligação entre a TDB e o consumidor final – os clientes que adquirem um veículo Toyota –, a rede de concessionárias autorizadas contempla 236 unidades, presentes em 26 estados e no Distrito Federal.

Com ampla capilaridade e número expressivo de colaboradores próprios, os dealers mantêm a Associação Brasileira de Distribuidores Toyota (Abradit) , que também conta com a atuação da TDB no desenvolvimento de programas de gestão, ações de qualificação para a rede e canais de comunicação. A associação mantém um Comitê de Meio Ambiente, destinado à disseminação de boas práticas, além de manter sistemas para registro de dados e indicadores de desempenho das unidades.

Para a rede autorizada, por exemplo, são disponibilizados um sistema de chats; o Radar Toyota, ferramenta de treinamentos em vídeo; e um portal próprio na internet. Essas ações, junto de treinamentos coordenados pela TDB (leia mais em Clientes), garantem a incorporação do jeito Toyota pelos colaboradores das concessionárias e a manutenção dos índices de satisfação de clientes.

A ênfase em aspectos ambientais demonstra a preocupação da TDB em sintonizar a rede aos seus compromissos. Desde 2006, por exemplo, é mantido o Programa de Auditoria de Riscos Ambientais em Distribuidores (Derap, na sigla em inglês), aplicado a 100% da rede durante o ano fiscal 2016/2017 e agora com um novo nome: ECO Dealer. O programa contempla requisitos (veja quadro) e fornece uma certificação, renovada periodicamente pela Toyota junto aos parceiros.

Outra medida relevante é o estímulo à obtenção da certificação ISO 14001, atestando a existência de sistemas de gestão ambiental nas concessionárias. Atualmente, a maioria da rede possui a norma, um percentual desafiador de alavancar em função dos elevados custos para adequação aos seus critérios, especialmente na atual conjuntura macroeconômica do País.

Há dois anos, o estímulo às melhores práticas também é executado no concurso ECO Dealer, que foi combinado ao Derap no ano fiscal e reconhece projetos socioambientais desenvolvidos pelos distribuidores. No ano fiscal 2016/2017, foram recebidas inscrições nos pilares de água, energia e resíduos. O distribuidor premiado, Kurumá Veículos, de Vitória (ES), fez um estudo aprofundado do consumo de energia e fez medidas como a substituição de 58 lâmpadas pela tecnologia LED e mudanças no compressor de ar. Como reflexo, o consumo de energia caiu mais de 53,7 mil KWh/ano.

O monitoramento de indicadores de desempenho ambiental também é executado pela TDB nas concessionárias com certificação ISO 14001. São recolhidos dados como a geração de resíduos, as emissões de gases de efeito estufa e o consumo de água e energia.

Requisitos Derap/ECO Dealer

  • Ter um responsável ambiental em cada distribuidor;
  • Possuir uma política ambiental, uma declaração de atendimento à legislação vigente e um compromisso de implementar melhorias ambientais;
  • Gerenciar adequadamente resíduos perigosos;
  • Fazer uso de caixas separadoras de água e óleo;
  • Utilizar máquina recicladora do gás do sistema de ar-condicionado dos veículos, para evitar emissões de gases que prejudicam a camada de ozônio.

Fornecedores

A cadeia de fornecimento da Toyota do Brasil é composta de aproximadamente 160 parceiros significativos, distribuídos nas categorias de materiais e insumos. Com o desafio de disseminar boas práticas nesses parceiros e engajá-los quanto à cultura kaizen, a companhia desenvolveu ações de segurança, qualidade, produtividade e eficiência ambiental que envolveram mais de 40 empresas durante o ano fiscal. G4-12

O Guia Ambiental de Compras, o Guia de Responsabilidade Corporativa e a Política de Compras são os principais direcionadores da relação comercial com os fornecedores, com base em princípios como a eliminação de substâncias potencialmente perigosas, a conformidade ambiental dos processos, a defesa da concorrência justa e a dinamização das economias regionais e locais.

Para avaliar e escolher seus parceiros, a TDB adota critérios de qualidade, processo logístico, capacidade de atendimento, custo e adequação aos requisitos do Guia Ambiental de Compras.

Como no caso da rede autorizada, estimula-se a adoção da certificação na norma ISO 14001 como meio de atestar a gestão ambiental dos parceiros. Em 2016/2017, 159 fornecedores já estavam certificados, e a meta de alcançar 100% da cadeia, inicialmente prevista para 2015, continua sendo perseguida pela TDB e sua cadeia.

Realizada no intuito de reconhecer boas práticas, a Convenção Anual de Fornecedores chegou a sua 15ª edição no ano fiscal, premiando 15 empresas nas categorias de Qualidade, Logística e Custo.

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