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Orientadas para o futuro

A Toyota Motor Corporation é mundialmente reconhecida pelos atributos de durabilidade, confiabilidade e qualidade associados aos seus veículos e marcas. Para construir essa reputação, a companhia trabalha, no Sistema Toyota de Produção (TPS), para minimizar qualquer ocorrência de potencial impacto na fabricação dos produtos, além de seguir critérios rigorosos para o estudo de inovações e o desenvolvimento de novas tecnologias alinhadas à vanguarda da indústria.

Nos últimos anos, a Toyota enfrentou situações de exposição negativa da marca, com a ocorrência de diversas campanhas de chamamento (recall) em nível global. Como aprendizado, a companhia reforçou sua base de investigação e implantou o Special Committee for Global Quality, grupo global voltado à gestão da reputação e dos padrões de qualidade. No Brasil, o maior recall da história da companhia ocorreu no ano fiscal 2015/2016, relacionando-se aos airbags de 640 mil veículos Toyota e Lexus.

Além do foco na satisfação e confiança dos clientes, a matriz TMC tem reforçado seu posicionamento de liderança no estudo de novas tecnologias que permitam a minimização do impacto da indústria automotiva – o que também abrange os produtos. Veículos com melhor perfil de emissões, baseados em fontes energéticas renováveis e alinhados a questões de mobilidade urbana são os focos de atuação da companhia.

Qualidade e segurança

Garantir a qualidade dos veículos adquiridos por clientes é um princípio trabalhado em toda a cadeia de valor, desde a aquisição de peças de fornecedores até os processos industriais.

Ciente dos impactos e riscos em segurança e qualidade do setor automotivo, como a ocorrência de panes, falhas mecânicas, problemas de montagem e inatividade de dispositivos de proteção, a TDB mantém, em linha com as diretrizes da TMC, equipe técnica especializada que responde a chamados mais complexos feitos por clientes, denominada Swift Market Analysis Response Team (Smart).

A ideia é analisar cada situação reportada por clientes, descobrir potenciais riscos e mitigá-los, valorizando a segurança dirige os veículos Toyota. Em 2016/2017, foram analisados 3.282 casos, sendo que 2.463 destes foram discutidos como ocorrências potenciais.

Avaliações de risco são aplicadas desde o início do ciclo de vida do veículo, nas etapas de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Nas etapas de suprimentos e industrialização, análises abrangem as peças e componentes dos veículos e, também, a análise de eventuais variações na linha de produção, com base no modelo TPS.

A TDB se destaca, em âmbito nacional, pela oferta de itens de série e adicionais que reforçam o conforto, o bem-estar e a integridade física de seus clientes. Destaque, por exemplo, para a oferta do airbag duplo em todos os veículos como item de série antes de ele se tornar obrigatório no Brasil; para a estrutura de deformação progressiva para casos de choque, presente no design do Corolla e do Etios; e para o sistema de ancoragem para transporte de crianças (Isofix), presente no Corolla desde o modelo 2015. A legislação brasileira só prevê o Isofix como obrigatoriedade em 2020, considerando veículos para o mercado nacional.

Latin NCAP: avanços contínuos no portfólio TDB

Local: todas as operações

Objetivo: ganhos contínuos em performance em segurança

Resultado: 100% do portfólio com avaliações gerais entre 4 e 5 estrelas

A performance do portfólio Toyota é mensurada por testes realizados por especialistas externos, com base em instrumentos de mercado de adesão voluntária. É o caso do Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe (Latin NCAP), que classifica os modelos de acordo com sua resistência a testes de colisão e impacto (zero a cinco estrelas) e a garantia da integridade do motorista e dos demais passageiros.

Ano a ano, os veículos da companhia têm conquistado boas avaliações, com destaque para o pioneirismo da TDB ao submeter veículos de diferentes categorias aos testes, de forma 100% voluntária.

Confira o desempenho da companhia no ano fiscal 2016/2017:

  • Corolla – mais uma vez conquistou cinco estrelas (passageiros em banco dianteiro) e quatro (banco traseiro).
  • Etios – obtenção de quatro estrelas para as versões hatchback e sedã.
  • Hilux – primeira picape média do Brasil a ser submetida ao Latin NCAP, conquistou cinco estrelas para ocupantes adultos e crianças.
  • SW4 Fortuner – nota máxima (cinco estrelas), nos mesmos níveis da Hilux.

Inovação e tecnologia

Na definição do Desafio Ambiental 2050, a matriz TMC decidiu assumir uma meta arrojada, capaz de transformar por completo seu atual modelo de negócios: zerar as emissões de CO2 de seus veículos.

Além disso, estipulou o compromisso de buscar a circularidade em sua cadeia, com veículos preparados para descarte, disposição e reciclagem. A estratégia de sustentabilidade, desse modo, se torna um importante driver de inovação e transformação positiva da companhia e de suas subsidiárias.

A TDB trabalha, junto do setor automotivo, para dar impulso aos debates públicos sobre estes temas, a fim de construir uma agenda que traga ganhos mútuos para Estado, sociedade e empresas (leia mais em Poder público e comunidade). Paralelamente, investe na busca de tecnologias que aumentem a eficiência energética e o potencial de reciclagem dos veículos, mitigando impactos relacionados às mudanças climáticas e gerando novas oportunidades de negócios. G4-EC2

Um importante passo foi dado no ano fiscal 2016/2017 com a inauguração, em São Bernardo do Campo, do primeiro Centro de Pesquisa Aplicada (CPA) da Toyota na América Latina – e quarto no mundo. O moderno espaço, alvo de R$ 46 milhões em investimentos, soma-se a centros na Europa, na Tailândia e nos Estados Unidos para reforçar a pegada local dos produtos Toyota.

Dentro do CPA, especialistas em engenharia e design estudam soluções para modificar carros fabricados localmente, criar edições limitadas, estudar novas aplicações de materiais e avaliar peças e materiais de fornecedores. Também há estrutura para realização de testes de emissões, prototipagem de acessórios e análise de matérias-primas. A nova versão do Etios, lançada também no ano fiscal, foi a primeira a contar com as modificações pensadas no centro, com foco no aspecto visual.

Logística reversa: desafio da indústria

Fóruns como a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) e a Anfavea têm se dedicado, no Brasil, a discutir a adaptação da indústria aos conceitos da Lei nº 12.977/2014, que regula a atividade de desmontagem e descarte de veículos automotores pós-uso.

A TDB, no entanto, já adota algumas diretrizes da matriz japonesa para tornar mais ágil e eficiente o processo de descarte. O sedã líder em vendas Corolla se destaca por ter um projeto 100% adaptado para a reciclagem, facilitando a destinação de peças e componentes ao fim do ciclo de vida. O painel central, por exemplo, é feito com Polímero Toyota Super Olefina (TSOP, na sigla em inglês), um material 100% reciclável feito pela empresa.

No caso de pneus e baterias, a TDB tem um programa com distribuidores para viabilizar a logística reversa, com 100% das baterias de reposição recicladas e com preço diferenciado para as concessionárias. Para conseguir essa condição, os parceiros devem destinar todas as baterias usadas trocadas dos carros dos clientes (inservíveis).

Em 2016, foram 600 toneladas de baterias destinadas. Quanto aos pneus, foram cerca de 120 mil unidades coletadas no Brasil e encaminhadas a ecopontos.

Baterias destinadas (em toneladas)

baterias-destinadas-toneladas

Desempenho ambiental do veículo

A fim de atestar e estimular a eficiência energética de veículos automotores, a TDB tem buscado submeter seu portfólio a avaliações independentes que o têm posicionado de forma relevante na indústria. As principais referências hoje são o Programa Nota Verde, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro.

O PBEV avalia os veículos e emite classificação de A a E, de acordo com a eficiência no uso de combustível em deslocamento, e conta com o selo Conpet e Eficiência Energética como reconhecimento extra de desempenho. Atualmente, 100% das linhas Toyota e Lexus são avaliadas no PBEV.

Já o Nota Verde, ação conjunta do Ibama e do PBEV, abrange indicadores relacionados a emissões diversas, como monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos de não metanos (NMHC) e óxido de nitrogênio (NOx).

Classificações PBEV, Nota Verde e Selo Conpet – 2016/2017

ModeloClassificação geral – PBEVClassificação na categoria – PBEVClassificação – Nota Verde(1 a 3 estrelas)Selo Conpe
Etios Hatchback 1.3 (X, XS, XLS, Cross e Platinum) – manualAA3 estrelasSim
Etios Hatchback 1.5 (X, XS, XLS, Cross e Platinum) – automáticoBA3 estrelasSim
PriusAA3 estrelasSim
Etios Sedã 1.5 (X, XS, XLS e Platinum)AA3 estrelasSim
Corolla 1.8 e 2.0 (Gli, Altis, Xei e Dynamic)BA3 estrelasSim
Camry 3.5 (XLE)DD3 estrelasNão
RAV 4 2.0 e 2.5 (4x2 e 4x4)CA3 estrelasNão
SW4 (SR, SR 5S e SR 7S)EENão
SW4 Diesel 4x4 (SRV e SRX)DANão
Hilux SW4 Gasolina 4x4 (SRX)EDNão
Hilux (CD SRV 4x2 e 4x4, CD SR 4x2)ECNão
Hilux 4x4 (SRX, SRV e SR)DBNão
Hilux 4x4 (STD, SC e CC)DANão
Lexus RX 350 4x4 3.5 24v (Luxury e F Sport)DENão
Lexus NX 200 4x4 2.0 16v (Luxury e Sport)DBNão

Mobilidade do futuro

A Toyota Motor Corporation chegou ao ano de 2017 celebrando a marca de 10 milhões de veículos híbridos comercializados em todo o mundo. Mais de 60% do resultado está conectado à família Prius, que já acumula 6,1 milhões de unidades vendidas. No Brasil, a TDB também celebrou o atingimento de 1.000 unidades Prius adquiridas por seus clientes desde o início da importação, em 2013.

O bom desempenho reforça o compromisso e pioneirismo da companhia ao tratar novas tecnologias e a própria noção de mobilidade como um segmento de negócios – com diferentes níveis de maturidade ao redor do globo, em sintonia com tendências regulatórias, de mercado e de consumo.

O segmento de híbridos é componente tático de um modelo estratégico desenvolvido pela Toyota, baseado no conceito “Smart Mobility Society” (sociedades inteligentes em mobilidade – veja quadro) e na ideia de que a mobilidade, um tema-chave para o setor automotivo nas próximas décadas, deve estar associada a atributos como segurança, eficiência, conveniência e liberdade.

Com foco final na experiência do cliente, a companhia entende que o alcance da Visão Global e o atingimento das metas do Desafio Ambiental 2050 demandam uma transformação completa dos negócios, migrando gradativamente para um portfólio mais conectado, ecoeficiente e moderno. Os esforços se concentram em três conceitos:

  • Experiência de mobilidade para todos – significa explorar as potencialidades da mobilidade urbana, com tecnologias de conectividade, veículos dotados de crescente autonomia e preços acessíveis e competitivos dos novos modelos;

  • Desafio de fazer carros ainda melhores – inovar sempre por meio da Toyota New Global Architecture (TNGA), um novo jeito de fazer carros que resulta em design arrojado, seguro, confortável e preparado para novas tecnologias;

  • Estabelecendo uma sociedade em harmonia com a natureza – por meio do Desafio Ambiental 2050, trata da neutralização das emissões associadas aos veículos Toyota.

diagrama-mobilidade

A partir dessas noções, a companhia coloca em prática medidas que a preparam para um novo ambiente de negócios para o setor automotivo – cada vez menos associado à vocação industrial e mais ligado à oferta de tecnologias e soluções em mobilidade.

Evolução & cenário

O Prius foi o primeiro veículo da TMC a contar com tecnologia híbrida. Lançado em 1997, combina o uso de combustível tradicional e de energia elétrica para a propulsão do veículo, por meio de uma bateria recarregável acoplada ao sistema.

A experiência, que rendeu o sucesso comercial do modelo até hoje, em sua quarta geração, demonstrou a possibilidade de trabalhar inovações disruptivas no setor sem atacar seus resultados de negócios e, ao mesmo tempo, eliminando de forma gradativa as fontes energéticas não renováveis e de maior impacto (combustíveis fósseis).

Fruto da substancial evolução tecnológica dos últimos 20 anos, a TMC veio implantando em mercados mais maduros diferentes opções de fonte energética, de acordo com as necessidades do motorista e a demanda por performance.

Três caminhos estão no horizonte estratégico da Toyota. O primeiro corresponde ao uso de veículos elétricos, recomendados para deslocamentos de curta distância e automotores de pequeno porte.

Em distâncias curtas, médias ou longas, o foco está na tecnologia híbrida, o segundo caminho, que alterna o uso de combustíveis fósseis e energia elétrica de acordo com as condições do trajeto e a necessidade de performance do motor. A tecnologia Hybrid Synergy Drive (HSD) do Prius, que permite a recarga automática da bateria pelos freios regenerativos, é um exemplo desse modelo.

O terceiro caminho é o uso de células de combustível hidrogênio para propulsão dos veículos e já foi aplicada ao Mirai , sedã de quatro lugares lançado pela TMC em 2014, que rompe totalmente com o uso de combustíveis fósseis, gerando energia com células de hidrogênio.

Em conexão com a estratégia global, a Toyota do Brasil trabalha, sozinha ou por meio de associações setoriais, na defesa dessas tecnologias e em sua introdução gradual no País, a preços atrativos, a fim de estimular sua popularização entre os motoristas.

Hoje, os segmentos de híbridos e elétricos têm reforçado sua presença no Brasil, com diversificadas opções entre as montadoras e liderança isolada do Prius. As principais barreiras ainda envolvem a carga tributária associada aos veículos e a indisponibilidade local de algumas tecnologias.

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Concept-i: carro inteligente

Em 2017, a TMC anunciou no Consumer Electronics Show, em Las Vegas, o carro-conceito Concept-i. O modelo inova ao oferecer uma experiência de mobilidade inédita para motoristas, baseada na combinação de conveniência e acolhimento, e por conter um avançado sistema de inteligência artificial (IA) que antecipa necessidades e interage com os motoristas.

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