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Toyota do Brasil anuncia expansão da sua fábrica de Porto Feliz (SP) para produzir motores para o sedã Corolla

Projeto receberá investimentos na ordem de R$ 600 milhões e gerará cerca de 200 oportunidades de trabalho naquela região.

Plano reforça a estratégia de atuação da marca em toda América Latina, com foco no aumento da competitividade de suas operações.

Produção terá início no segundo semestre de 2019.

A Toyota do Brasil anuncia a expansão de sua fábrica de motores de Porto Feliz (SP), que vai produzir propulsores para o sedã médio Corolla, a partir do segundo semestre de 2019. O projeto receberá investimento de R$ 600 milhões e vai gerar cerca de 200 oportunidades de trabalho. O volume estimado de produção de motores para o Corolla será de aproximadamente 66 mil unidades por ano, o que ampliará a capacidade daquela planta dos atuais 108 mil propulsores por ano para 174 mil.
O investimento reforça os planos de crescimento sustentável da Toyota no Brasil e na América Latina, além de confirmar o comprometimento da empresa em contribuir com a comunidade local e a sociedade, produzindo carros cada vez melhores.
Atualmente, a Toyota produz em Porto Feliz os motores flex fuel e a gasolina, Dual VVTi, de 1.3 L e 1.5 L, que equipam o compacto Etios, comercializado no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Peru.
“O investimento da Toyota em Porto Feliz (SP) para produzir motores para o Corolla representa um sinal do comprometimento de longo prazo que temos com o Brasil e a América Latina”, afirma Steve St. Angelo, Chairman da Toyota do Brasil e CEO da Toyota para a região da América Latina e Caribe. “Essa expansão é a prova do que é possível fazer quando sindicatos, governantes, fornecedores, a Toyota e seus colaboradores se juntam em uma missão única. Sem dúvida, essa planta é um modelo para o futuro da manufatura global e estabelece um novo padrão para a inovação e a excelência”.
A fábrica de Porto Feliz é a primeira planta de motores da Toyota na região da América Latina e Caribe e possui a mais avançada e inovadora tecnologia de processos de produção.
A planta de Porto Feliz já recebeu investimentos de R$ 580 milhões em sua primeira fase e agora terá novo aporte de mais R$ 600 milhões para a produção do Corolla, totalizando R$ 1,18 bilhão.
Considerada uma das plantas Toyota mais modernas do mundo, a fábrica de motores em Porto Feliz é uma das primeiras da empresa a deter todos os três processos industriais dentro de um único local – fundição, usinagem e montagem.

1. Fundição

Uma grande quantidade de liga de alumínio fundido é necessária durante esse processo. Ao implantar modificações na fonte de calor do forno de fusão, responsável pela primeira etapa de fundição, há redução do tamanho do equipamento e consequentemente uma conexão direta com a máquina de fundição, responsável pelo segundo passo do processamento da liga de alumínio.
Originalmente, o processo exigia o transporte do alumínio fundido do forno de fusão até a máquina de fundição, caminho muitas vezes traçado por um longo trajeto.
Como resultado, há uma melhora significativa em segurança, eliminando perigos associados ao transporte do material fundido, uma vez que o espaço necessário para a fundição e a moldagem é significativamente menor, o que elimina o processo de transporte. Outro benefício está no ganho de produtividade, já que o ajuste ajuda a flexibilizar a quantidade produzida mais rapidamente de acordo com a demanda.

2. Núcleos de areia inorgânicos

Os núcleos são dispositivos colocados em moldes de fundição para criar cavidades internas do componente fundido no final do processo. Nesse procedimento, o metal fundido é vertido dentro das cavidades e, após endurecer, os núcleos são quebrados. Os aditivos orgânicos são tradicionalmente utilizados durante o vazamento, devido à necessidade de combinar facilidade de desintegração, força, resistência ao calor e propriedades de moldagem.
No entanto, ao utilizar núcleos com aditivos orgânicos, uma alta taxa de partículas e odores nocivos é emitida por conta do processo de combustão. Este, por sua vez, requer a utilização de coletores de poeira e desodorizantes para remoção de tais subprodutos. A Toyota desenvolveu uma melhoria que aprimora as propriedades de formação de núcleos ao usar aditivos de matéria inorgânica.
A redução no volume de partículas significa que o tamanho dos coletores de poeira também pôde ser otimizado. Com isso, ganhos em espaço também auxiliam em redução significativa dos riscos de incêndio, bem como na manutenção e limpeza do ambiente de trabalho.
Paralelamente, a diminuição no odor gerado também elimina a necessidade de desodorizantes, o que reduz ainda mais o espaço designado para a fundição, trazendo ganhos no investimento inicial.

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